Domingo, 2 de Setembro de 2007
Droga - Grande Tráfico

Soure, Condeixa e Montemor sem indivíduos indiciados pela prática de tráfico de estupefacientes em grande quantidade (entre 1 / 2005 e 4 / 2007)

 

As autoridades do nosso país têm tido um papel muito importante no controlo, fiscalização e prevenção do tráfico de estupefacientes. Não é por acaso que, nos últimos anos, se tem assistido a verdadeiros recordes na apreensão destas substâncias ilícitas por parte das forças policiais portuguesas. Recorde-se, por exemplo, de uma das maiores apreensões de cocaína jamais realizadas na Europa, concretizada no ano passado nas regiões do Algarve e Alentejo, onde foram apreendidos pela Polícia Judiciária 336 fardos com cerca de 25 quilogramas cada - cerca de oito toneladas.

 De referir que parte da cocaína (100 fardos) encontrava-se num camião TIR, dissimulada com produtos hortícolas, que circulava na auto-estrada A2, do Algarve para Lisboa, escoltado por uma viatura ligeira, e que foi interceptado perto de Grândola.

A restante droga foi apreendida num armazém em Silves (234 fardos) e num automóvel ligeiro (dois fardos) que circulava na altura na entrada para a Via do Infante, em Lagoa.

 Em 2006, segundo dados da Direcção Central de Investigação de Tráfico de Estupefacientes (DCITE) houve um crescimento exponencial das apreensões de cocaína - mais de 90%  em relação a 2005, ano em que Portugal ficou classificado como o segundo país da União Europeia que registou mais droga apreendida.

 Assim, constata-se que em termos globais, no que concerne às quantidades de estupefacientes apreendidos e em comparação com 2005, para além de ter havido um aumento muito acentuado da quantidade de cocaína apreendida, por outro lado registou-se uma redução da quantidade de heroína apreendida, bem como uma redução considerável do ecstasy apreendido e uma diminuição muito significativa da quantidade de haxixe apreendido.

 No que diz respeito à nossa zona, segundo consta no site da DCITE na Internet, relativamente às substâncias heroína, cocaína e haxixe, os concelhos de Soure e Condeixa-a-Nova, bem como a cidade de Coimbra, não registaram no ano passado qualquer apreensão igual ou superior a 1000 gramas, assim como também não houve qualquer caso de apreensão de ecstasy igual ou superior a 100 unidades. Ao invés, no concelho de Montemor-o-Velho há registo de uma apreensão de 3.936.000 gramas de haxixe.

  Embora não haja ainda números concretos do corrente ano sobre este fenómeno, segundo dados a que o Preto no Branco teve acesso, entre Janeiro de 2005 e Abril de 2007, não há registo de qualquer indivíduo residente em Montemor, Condeixa ou Soure indiciado pela prática de tráfico de droga em quantidades significativas (grande tráfico). Aqui, apenas existem casos relacionados com o consumo de estupefacientes e pequeno tráfico. Já no que diz respeito à cidade de Coimbra, e em igual período de tempo, foram 31 os casos sob investigação por parte das entidades competentes, sendo que, destes números, cerca de 15 % tiveram origem no Estabelecimento Prisional de Coimbra, com os reclusos a cumprirem pena.

 

 Portugal tem o haxixe mais barato da Europa

 Portugal é o país da União Europeia com cannabis mais barata, média de 2,3 euros por grama, longe dos 12 euros na Noruega, ou dos 5 a 10 mencionados na maioria dos Estados-membros, segundo a agência europeia das drogas.

O último relatório do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT) revela que, em regra, a maioria dos países comunicou preços para a resina de cannabis entre cinco e 10 euros/grama, contra os 2,3 euros revelados por Portugal e os 12 pela Noruega.

O Relatório Anual sobre a Evolução do Fenómeno da Droga na Europa, que contém dados de 25 Estados-membros, da Noruega, Bulgária, Roménia e Turquia, inclui pela primeira vez uma análise dos preços de venda de drogas nas ruas europeias.

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Quarta-feira, 25 de Julho de 2007
“É preciso rapidamente apear este presidente e esta direcção”

Uma forte determinação de combater determinadas coisas que julga não estarem bem no seio da AAC, levou Luís Santarino a colocar-se na corrida para as próximas eleições do clube…

Luís Santarino, um dos candidatos às próximas eleições para a direcção da AAC, que vão decorrer em 2008, esteve à conversa com o Preto no Branco.

Nascido e criado na cidade de Coimbra, este academista de 58 anos, que sente o clube como poucos, revelou ao nosso jornal a sua determinação em assumir a responsabilidade de tomar conta de uma Académica que teme, em breve, deixar de conhecer. “Está a perder aquilo que melhor tinha, princípios e valores”, lamentou.

 

É sócio da Associação Académica desde muito cedo?

Quase desde que nasci. Desde os 10 anos.

Para além de sócio da AAC é também sócio do Olivais Futebol Clube, onde é treinador de basquetebol…

Sim. E sou também sócio do Sport Club Conimbricense, que foi fundado pela minha família, e sou sócio dos Bombeiros Voluntários.

O Basquetebol é a sua modalidade de eleição?

O Basquetebol é uma modalidade que eu pratiquei e me habituei a gostar. Sempre joguei na Académica.

A sua ligação à AAC é antiga. E dentro do clube, já desempenhou algum cargo?

Nunca desempenhei nenhuma função porque nunca quis. Sempre entendi que não estavam reunidas as condições para colocar em prática um programa que eu tinha delineado.

Há um conjunto de pressupostos que são necessários, que eram necessários e continuam a ser para que eu possa integrar uma lista da Académica. Como não encontrei ninguém até hoje que fosse capaz de completar aquilo que eu acho que deve ser a Académica e o meu pensamento do clube, assumo a responsabilidade, eventualmente quando houver eleições, de me estar a preparar obviamente para uma candidatura à AAC/OAF.

Está a preparar-se para em 2008, aquando do próximo acto eleitoral da AAC, aparecer como real candidato para a direcção do clube?

Se não aparecer mais ninguém eu serei candidato. Há duas pessoas por quem eu desistirei da minha campanha e ajudarei. Uma é Campos Coroa, a outra não digo quem é… está no segredo dos deuses.

Se não aparecer nenhum candidato que seja verdadeiramente da Académica e que reúna as condições que eu entendo que deve ter um candidato para assumir a responsabilidade de gerir os destinos da Académica no seu todo, naturalmente serei candidato… e para ganhar.

Tem por hábito acompanhar e apoiar a AAC, ou como muitos outros apenas critica?

Eu não tenho por hábito criticar. Critico o que devo criticar e apoio o que devo apoiar.

A equipa não é criticável, os jogadores não são criticáveis. Acho que cada um que está dentro de campo faz o que pode. O corpo técnico está sempre sujeito a criticas, assim como os dirigentes e quem não sabe viver com a crítica está mal no futebol e na vida.

Sou de Coimbra e sendo desta cidade tenho grande respeito por todas as pessoas que aqui desenvolvem a sua actividade. Todos somos poucos para ajudar a AAC a sobreviver neste mundo animal que é o futebol, sem que o clube tenha de perder os seus valores, os seus princípios e o seu passado que é riquíssimo.

O que eu costumo dizer é que a direcção destes últimos anos tem feito um abastardamento completo daquilo que é a Académica. Estes senhores que lá estão não fazem ideia nenhuma do que é a Académica, nunca acompanharam o clube quando esteve na 2ª Divisão, nunca acompanharam os sofrimentos dos outros dirigentes ou jogadores.

Acha então que esta direcção caiu aqui de “pára-quedas”?

Claro. Vieram aqui parar porque houve uma altura em que alguém precisou de tirar o tapete a Campos Coroa (é uma história que estará para um dia contar).

Era apoiante de Campos Coroa…

Era, obviamente. Era um homem que conseguia gerir a Académica com um subsídio anual de 75 mil contos (375 euros na moeda actual) mais o dinheiro da televisão e uns patrocínios.

E dos últimos dirigentes, que estiveram à frente dos destinos da AAC, com qual mais concordou e apoiou?

Paulo Cardoso sempre teve o meu apoio. Foi um grande senhor da Académica. Paulo Cardoso e Campos Coroa, sem dúvida nenhuma.

A Académica é um espaço de alegria, não é um espaço de tristeza. Mas a Académica destes últimos anos com orçamentos de milhões de euros, sempre a lutar para não descer é um espaço de tristeza. As pessoas vêm ao futebol sem alegria

Anda assim tão desencantado com o estado actual da AAC?

Não ando desencantado, ando é com uma forte determinação em combater este estado de coisas. Percebo o desalento das pessoas, que estão todas muito tristes e preocupadas…

Esse é o estado de espírito dominante?

É o estado de espírito dominante. Chegou a altura de dizer basta. É preciso discutir a AAC como deve ser e alguém ir a votos. É preciso rapidamente apear este presidente e esta direcção.

É, então, bastante crítico em relação à gestão que o actual presidente – José Eduardo Simões -, assim como a restante direcção do clube, tem feito?

Todos… não é só o presidente. Quando se gasta um orçamento de um milhão e 200 mil contos (600 mil euros) e se desce de divisão, quando se tenta enganar um atleta senegalês (N’Doye) e todos, incluindo os próprios dirigentes, dizem que isto é um desastre e se lamentam, mas ninguém se demite e fica tudo como está… é óbvio que são todos coniventes. Não ataco só o presidente, ataco-os todos, porque é a direcção no seu conjunto que está a prestar um mau serviço, não só à Académica, como a Coimbra ou ao país.

A Académica, como já disse, pelo seu passado e história, devia então ser mais do que um clube que se limita a andar pelo fundo da tabela…

Não é só a questão de andar pelo fundo da tabela. A Académica pode andar pelo fundo da tabela, mas com dignidade, não pode é andar com escândalos, uns atrás dos outros.

Na última época, apesar do clube ter conseguido a manutenção na 1ª Liga não houve entusiasmo no estádio, como acontecia em épocas passadas.

Eu lembro-me de um jogo em Chaves, em que na última jornada conseguimos a manutenção na 1ª Divisão. Fez-se uma grande festa em Chaves e depois continuou-se e festa em Coimbra, porque ali havia sacrifício, trabalho e dedicação. Não havia dinheiro, havia sim grandes dificuldades e as pessoas viam que aquilo era o máximo que se podia dar. Agora não… são os contratos dos jogadores, os brasileiros que entram e saem, a quantidade de dinheiro que se gasta na contratação de jogadores, que depois se vão embora sem a Académica receber um tostão… Tudo isto cheira a esturro e não parece bem. Por isso é normal que se diga que isto tem de mudar. É preciso ter alguma coragem para dizer basta.

Acho que esta direcção tem cometido muitas ilegalidades para continuar à frente dos destinos da Académica.

Em relação ao polémico jogo amigável com o Vitória de Guimarães, qual foi a sua posição? Opôs-se à realização do mesmo?

Claro. A realização do jogo com o Vitória de Guimarães sem qualquer coisa que, eventualmente determinasse um pedido de desculpas por parte do clube de Guimarães foi um absurdo. Foi um atentado à memória da Académica porque não respeitaram antigos dirigentes do clube, como Jorge Anjinho, Paulo Cardoso, Campos Coroa. Foi uma falta de respeito total… quando não se respeita a memória, não se respeita nada.

É triste, a Académica começa a ficar num beco sem saída tal como aconteceu com o SC Salgueiros ou com o União de Lamas.

Está bastante pessimista…

Começa a ser igual. A Académica está a perder aquilo que melhor tinha, princípios e valores. Um dia destes este clube não tem nada a ver com aquela Académica que nós conhecemos.

Quais são as suas expectativas em relação à época futebolística que agora se inicia?

Espero que a Académica tenha uma excelente época.

 

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Terça-feira, 3 de Julho de 2007
Soure sem casos de corrupção investigados

Sob o lema “Diga Não à Corrupção”, a Polícia Judiciária (PJ) em conjunto com a Direcção Geral das Contribuições e Impostos e da Inspecção Geral de Finanças organizou uma exposição temática denominada “Contra a Corrupção: Integridade e Transparência” que decorreu, em Maio, no átrio principal da Directoria Nacional da Polícia Judiciária, em Lisboa, e na cidade do Porto, entre os dias 12 e 30 de Junho.

 O objectivo que se pretende alcançar com esta iniciativa “é a sensibilização do público para as consequências da corrupção, através de uma mensagem de prevenção acompanhada de um apelo à cidadania responsável e participativa”, pode ler-se no site oficial da PJ na Internet. Por isso, a exposição terá um carácter itinerante, passando até ao final do ano pelas cidades de Braga, Faro, Évora, Setúbal e Coimbra, regressando novamente a Lisboa, onde será encerrada no dia nove de Dezembro, data em que se assinala o Dia Internacional Contra a Corrupção.

  O director nacional da Polícia Judiciária, Alípio Ribeiro, aquando da inauguração da exposição, que decorreu no mês passado na Faculdade de Direito da Universidade do Porto, afirmou que “o combate contra a corrupção é uma prioridade” na actividade daquela força policial, embora considere que a situação em Portugal “não é muito grave”. “É preciso dizer que os números portugueses não são tão disfuncionais como alguma retórica pode, às vezes, deixar parecer”, justificou o director nacional da PJ.

 As estatísticas apresentadas na exposição indicam que Portugal se encontra no grupo dos países em que o controlo da corrupção se situa entre 75 e 90%, surgindo ainda o país no 19º lugar na lista de custos de corrupção nos negócios. Esta lista, que inclui 105 países de todo o mundo, é liderada pela Islândia, com 6,9 pontos, surgindo Portugal em 19º lugar, com 5,9 pontos.

 Refira-se que em 2006, foram recebidas 341 participações relativas a casos de corrupção. Estes dados mostram uma variação pequena do número de casos de corrupção investigados em Portugal nos últimos anos, o que Alípio Ribeiro atribuiu ao facto das estatísticas apenas se referirem aos casos de corrupção no sentido estrito. “Temos de associar a corrupção a fenómenos de criminalidade organizada, como o tráfico de droga, a evasão fiscal ou o branqueamento de capitais e aí teremos outros números”, afirmou o responsável máximo da Polícia Judiciária.

 Na nossa região, no que a esta matéria diz respeito, concretamente nos concelhos de Soure, Montemor e Condeixa, bem como na cidade de Coimbra, segundo dados a que o Preto no Branco teve acesso, foram 10 os casos de corrupção (activa e / ou passiva para acto ilícito) investigados pelas autoridades competentes desde Janeiro de 2005 até à data. De referir que, destes valores, nove aconteceram em Coimbra seguindo-se Montemor-o-Velho com um caso investigado. Ao invés, os concelhos de Soure e Condeixa-a-Nova não registam qualquer caso de investigação pela prática deste tipo de crime.

 

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Sábado, 26 de Maio de 2007
Autarquia de Soure está entre 11 municipios nacionais que não têm página na Internet activa

A Internet é uma ferramenta eficaz na divulgação de qualquer entidade, produto ou serviço, desempenhando um papel importante em três vertentes fundamentais: informar, entreter e comunicar. Os últimos anos têm conhecido um crescimento sem paralelo no que respeita à utilização desta nova tecnologia que, nos dias de hoje, é reconhecidamente um meio privilegiado de acesso à informação. Assim, através de um simples clic, é possível obter de imediato qualquer informação sobre uma determinada empresa, região, concelho ou localidade...

 A utilização da Internet como veículo de comunicação é uma área que as autarquias têm vindo a dar especial atenção, permitindo ao cidadão, um acesso rápido e eficaz à informação do município através da sua página online. Aqui, os munícipes em geral podem aceder a diversos serviços municipais, evitando assim a deslocação à autarquia, bem como obter algumas informações relacionadas com o concelho onde residem.

 Actualmente, Portugal tem 308 concelhos, aos quais se junta o município de Olivença, que se encontra sob ocupação espanhola desde 1801. Segundo uma pesquisa na Internet, o nosso jornal apurou que de entre um universo de pouco mais de três centenas de municípios, apenas 3% não têm a página online activa, ou seja, das 308 autarquias portuguesas apenas 11 não têm ao dispor do cibernauta este tipo de serviço, embora nalguns casos (cinco), isso se deva ao facto de se encontrarem em remodelação ou em fase de construção.

 Neste contexto encontra-se a Câmara Municipal de Soure que juntamente com as autarquias de Sardoal, Sertã, Vila Nova de Cerveira, Ourique, Calheta (Açores), Mesão Frio, Mondim de Basto, Murça, Pedrógão Grande e Ponte de Sor não têm disponível, para já, este importante canal de comunicação com o cidadão em geral e com os munícipes em particular. 

  



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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2006
10 anos de rock

Na aldeia do Cercal, concelho de Soure, surgiu em 1997 um festival de música moderna portuguesa denominado Cercal Rock. Destinado a promover as novas bandas nacionais, a organização do evento está a cargo dos Balbúrdia, uma banda local que mantêm ininterruptamente a sua actividade desde 1996.

 Embora se realize numa zona sem grande tradição a nível de música moderna portuguesa, o Cercal Rock conseguiu impor-se como um evento de grande importância, tanto para as bandas que participam, como para quem assiste. A nível local trata-se já de uma referência obrigatória no cartaz cultural, e pelo facto de ao longo da última década já ter recebido cerca de 40 bandas vindas dos mais variados pontos do país, conseguiu dar-se a conhecer para além das fronteiras regionais.

 Este ano o festival vai para a sua 10ª edição e conta com a participação de cinco bandas. Assim, dia 11 de Novembro na Associação da Banda do Cercal, para além da banda anfitriã, os Balbúrdia, marcam também presença os 8 Rockin’ Shoes da Marinha Grande, This Is Mafia e Waxtears de Coimbra e os Ex-cudos de Ansião.

 O facto de todos estes grupos se situarem relativamente perto do concelho de Soure não aconteceu por acaso, uma vez que, como referiu João Castanheira, um dos elementos da organização, “a proximidade foi um dos critérios que pesou na escolha das bandas”. Relativamente à selecção destas, diga-se que a coisa não foi nada fácil, pois houve “entre 60 a 70 bandas” a enviar o seu material na expectativa de poderem vir a ser seleccionados para estarem presentes no Cercal Rock, revelou João Castanheira.

 Para além do objectivo da organização do festival passar pelo facto de quererem trazer grupos de qualidade e próximos de Soure, outro aspecto foi tido em conta. “Tentámos arranjar bandas de diversos estilos musicais para abranger o maior número de público possível”, confidenciou o elemento da organização do festival ao Preto no Branco.

 João Castanheira deixou, ainda, no ar a promessa que “vai haver uma surpresa durante o dia em que vai decorrer o festival”, sendo que esta está relacionada com o facto de o Cercal Rock comemorar 10 anos de existência.

 Refira-se que o preço da entrada é de quatro euros e dá direito a uma bebida.   



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Domingo, 8 de Outubro de 2006
Destaques da edição de Outubro

Soure

 - Entrevista com José Viterbo, treinador do Grupo Desportivo Sourense

 - GTT deu música na SIC

 - Bairro Pré-Fabricado já começou a ser demolido

 - Grande Reportagem: Na última década foram indiciados pela prática de crimes cerca de 100 indivíduos com residência em Soure. Destes, a maior parte eram naturais de outros concelhos.

 

 Condeixa-a-Nova

 - Espeleólogo do NEC arrecadou duas medalhas em Sevilha

 Montemor-o-Velho

 - Filarmónica 25 de Setembro apagou 114 velas

 Coimbra

 - Em Arzila mora uma santa

 

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Quarta-feira, 27 de Setembro de 2006
Entrevista com Manuel Luís Goucha (edição de Outubro)

Como é que se caracteriza o Manuel Luís Goucha? Que virtudes e que defeitos?

 No trabalho procuro ser, acima de tudo um bom profissional.

 Talvez que a teimosia seja a minha maior qualidade, porque a entendo como braço armado da preserverança. Mal aplicada poder-se-á transformar num defeito. Mas estou atento.

 O apresentador que vemos na televisão é muito extrovertido. E fora dos ecrãs é igual? É sempre assim tão divertido e extrovertido?

 Fora dos ecrãs serei, talvez, mais tranquilo e reservado. Gosto desse outro lado, que é quando me encontro com os livros, com a música, com os sonhos...

 Após tantos anos a aparecer de forma ininterrupta, todas as manhãs na televisão, ainda sente o mesmo entusiasmo do início?

 Mes esse é o segredo para tanto tempo de programas de manhã. Manter o empenho e entusiasmo como se fosse sempre o primeiro programa!

 Como é que se prepara antes do começo de cada programa diário “Você na TV”?

 A preparação é feita na véspera em casa, lendo a documentação recolhida pela produção, consultando o meu próprio centro de documentação, a Internet ou a minha biblioteca.

 Tem de conciliar o trabalho de apresentador com a gestão dos seus restaurantes. Isso é fácil ou é uma dor de cabeça para si?

 Tenho quem cuide da gestão dos restaurantes (um outro sócio). Agora tenho é de conciliar o trabalho de apresentador com a feitura dos doces para os restaurantes. E isso é fácil com uma planificação criteriosa do tempo. Sou irritantemente organizado.

 Como é que é o seu dia-a-dia? Passa o dia a correr de um lado para o outro?

 Acordo às seis e saio de casa às sete. Às oito há uma reunião de trabalho com a equipa do programa, para avaliarmos alguma dificuldade que possa existir no alinhamento do programa. Este começa por volta das 10 horas e vai até às 13, hora a que temos outra reunião para se fazer o balanço do programa e falarmos do dia seguinte. Às 14 horas saio da TVI e regresso a casa. Os doces vão-me ocupar cerca de duas horas e outro tanto, pelo menos, fica por conta da preparação do programa. Ainda consigo tirar uma meia hora para brincar no jardim com os meus cães. Resta algum tempo para ler e ver algo na televisão, porque não um DVD? Às 22 horas estou a dormir.

 Para além dos doces, confecciona outro tipo de pratos para os seus restaurantes?

 Faço apenas doces, que foi a minha área, para os restaurantes. E continuo a ter o enorme prazer de criar ou recriar doces. Aliás, em breve, voltarei aos livros de receitas, com um conjunto de doces.

 Qual é a região portuguesa que tem a gastronomia da sua preferência?

 O Alentejo.

 Por algum motivo especial?

 Por ter uma cozinha imaginosa e perfumada através do sábio uso do que a terra dá.

 Qual é para si a ementa ideal?

 A ementa ideal é aquela que é pensada com ternura e autenticidade. É como a vida!

 Afirmou há algum tempo atrás, numa entrevista, que pretende enveredar por uma carreira política. Mantêm essa pretensão? Quando e como é que pensa envolver-se na política?

 O ideal seria daqui a sete anos. Para já há outros projectos: abrir um grande restaurante em S. Pedro de Sintra em finais de Novembro. Este sim é o meu grande investimento. Comprámos um edifício que foi deitado a baixo, apenas se conservaram as fachadas, dado que se trata de um edifício patrimoniado. No andar de cima vou inaugurar um bar com música ao vivo. No mesmo largo de São Pedro de Sintra, vou também abrir uma mercearia gourmet.

 Gostaria de dentro de dois anos me dedicar ainda mais a estes negócios. Vou voltar aos livros de receitas, tal como lhe disse, quero também ter uma revista mensal de culinária. E ainda há mais projectos. Ser presidente de câmara seria um desafio muito interessante e que encaro com seriedade para um futuro a médio ou a longo prazo. Para mim seria tentar pôr na prática aquilo que defendo para uma comunidade moderna, atenta e solidária. A ver vamos.

 A Câmara Municipal de Sintra continua a ser o seu objectivo? Porquê esta autarquia?

 É no concelho de Sintra que vivo. Um concelho rico em história e tradições, sem esquecer o património social. As pessoas que fazem e vivem o concelho. De entre elas, crianças e velhos (gosto da palavra por encerrar sabedoria) que há que apoiar e estimar. São os mais desprotegidos em todo o país.



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Domingo, 10 de Setembro de 2006
Preto no Branco - Um jornal em crescimento

O Jornal “Preto no Branco” foi criado em meados de Novembro do ano de 2004 por quatro amigos, sendo que a primeira edição foi publicada a oito de Janeiro de 2005.

 Gil Alves, Carlos Santos, Paulo Costa e Filipe Rebelo foram os mentores deste projecto, que tem estado em constante crescimento. Entretanto, uma conjugação de diversos factores levou a que Carlos Santos, Paulo Costa e Filipe Rebelo abandonassem as suas actividades no jornal, entrando depois, em Junho de 2005, Carlos Cacho, que se manteve em actividade no jornal até Outubro do mesmo ano.

 Após o abandono deste último, entrou no mês seguinte Rui Pedro Seixas, antigo colega de trabalho no jornal “Diário as Beiras” do actual director do “Preto no Branco”, Gil Alves, que ocupa este cargo desde Junho de 2005.

Esta publicação mensal, destinada a sócios / assinantes,  inicialmente apenas tinha distribuição  no concelho de Soure. Mais tarde, a partir de Novembro de 2005, passou também a abranger  os concelhos de Montemor-o-Velho, Condeixa-a-Nova e Coimbra.

 A nível de conteúdo, a grande preocupação deste jornal tem-se pautado pela isenção na abordagem de diversos temas. Para além da divulgação de vários problemas sociais existentes na zona, bem como das diversas colectividades, instituições e entidades locais, o “Preto no Branco” inclui também nas suas edições entrevistas a figuras públicas que simpaticamente aceitaram falar connosco, tais como Sofia Alves, José Carlos Malato, Zé Pedro (Xutos & Pontapés), José Pedro Gomes, David Fonseca, Pedro Tochas, Nuno Rafael Mota (Humanos), João Ruas (Yellow W Van),  Catarina Jardim (Pimpinha), Luciana Abreu, Rui Unas ou Rui Reininho.

 Refira-se que este jornal é propriedade do Grupo Musical Gesteirense, estando sedeado na freguesia de Gesteira, no concelho de Soure.



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Quinta-feira, 7 de Setembro de 2006
Soure em festa

  Durante uma semana a vila de Soure vai viver uma vez mais a animação das festas de S. Mateus. Este evento anual tem início na quinta-feira, dia 21, feriado municipal e prolonga-se até terça-feira, dia 26.

 Do programa oficial da festa em honra de S. Mateus consta, no primeiro dia, a sessão solene de inauguração da feira e festas com arruada pelo Grupo Musical Gesteirense. Isto às 18h00, ao que se segue a inauguração da exposição “Olhando o mundo” que vai estar patente no museu municipal. Para as 19h30 está marcada a abertura da FATACIS e, por fim, a encerrar o primeiro dia, às 21h00 é o Café à Moda Antiga. O dia seguinte, sexta-feira, fica marcado por muita música: às 21h00 actuam os 5ª Punkada de Coimbra, seguidos pelo Grupo Jazz de Lisboa, Furiosos do Ritmo do Porto e Cao Boys também vindos da cidade dos estudantes. Estes estão integrados no Concerto Rock Saurium, porque depois há a actuação d o Grupo Soão e às 23h30 começa o baile com a Banda Zona.

 Do programa das festas para o  dia 23 constam, logo pela manhã, às 08h30 a abertura da feiras das cebolas e das nozes, depois,  pelas  09h15  o concurso de pesca juvenil e às 10h30 o 1º torneio de xadrez jovem. Ainda no mesmo dia, quando forem 17h30, vai realizar-se uma demonstração de cães de guerra pelas tropas paraquedistas de Tancos. À noite há música. Pelas 21h00 fazem-se ouvir a Banda do Cercal e a Banda de Soure e mais tarde, à meia-noite, está marcado um concerto rock com três bandas: Balbúrdia, Kamassutra e Som da Frente.

 No Domingo, dia 24, há um encontro concelhio de folclore com a presença de todos os grupos do concelho às15h00. Durante a tarde realiza-se, ainda, uma prova de freestyle e kaiake com a colaboração da Federação Portuguesa de Canoagem, e o dia encerra com música. Primeiro, às 20h30, está marcado um concerto pela Filarmónica de Vila Nova de Anços e 15 de Agosto Alfarelense, enquanto que para as 23h30 está marcado  um concerto rock com as bandas Rockluso e Remédio Santo (Lisboa).

 O desporto domina a manhã e início da tarde do dia 25, segunda-feira. Logo pelas 10h00 realiza-se a prova Oitavo Remo Sem Limites e às 15h00 a Meia Milha S. Mateus (prova de atletismo adaptado). À noite, às 22h00 há revista à portuguesa com a peça “ O Zé Bate o Pé” com Luís Aleluia e Maria Tavares, depois, quando forem 00h00 realiza-se um baile com o grupo Thema 1. Para o último dia das festas  está marcada uma missa em honra de S. Mateus (15h00), um pic-nic no largo da capela de S. Mateus às 16h00 e as festividades terminam com um baile, que conta com a presença do grupo Bilt.



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Terça-feira, 5 de Setembro de 2006
Destaques da edição de Setembro

Soure 

 - Festejos em honra de S. Mateus decorrem entre os dias 21 e 26 deste mês

 - Família holandesa recuperou Termas da Azenha

 - Entrevista com Fernando Dias, director da Rádio Popular de Soure

 

Condeixa-a-Nova

 - Obras de melhoramento em grande parte do concelho

 

Montemor-o-Velho

 - Cruzeiro do Alhastro com imagem renovada

 

Coimbra

 - Associação promove igualdade de educação

 

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