Terça-feira, 5 de Setembro de 2006
Junho 2006 - Entrevista com Pimpinha Jardim

Qual é a sua idade?

Tenho 21 anos. Nasci no dia dois de Junho de 1984.

 Onde é que nasceu?

 No Porto, nos Hospital da Trindade.

 As pessoas conhecem-na mais pelo nome de Pimpinha, do que propriamente pelo seu verdadeiro nome, que é Catarina. Como é que preferem que a tratem?

 Pimpinha é um nome que a minha família me pôs quando eu era pequenina, mas que a imprensa acabou por pegar. Com 21 anos prefiro ser tratada por Catarina, que é o meu verdadeiro nome.

 A sua mãe sempre foi alvo de um grande assédio mediático. Alguma vez isso a incomodou a si?

 A exposição mediática da minha mãe nunca me incomodou. Aprendi a crescer com isso. O que me chateia muitas vezes são as notícias falsas que publicam, as mentiras que a imprensa cria à volta de alguns assuntos e, quando não percebem o limite das coisas e invadem a nossa privacidade, isso não só me incomoda, mas deixa-me triste ver que há pessoas que não têm educação e são ressabiadas por nós termos uma vida tão boa e sermos muito felizes.

 Agora, também a Catarina é um dos alvos preferidos das revistas “cor-de-rosa”. Como é que lida com essa situação?

 Eu sei viver bem com a minha exposição mediática, e como já referi anteriormente, aprendi a crescer com ela. Mas realmente incomodam-me as mentiras que são constantemente publicadas por algumas revistas, nesta altura mais especificamente com a “Nova Gente”, que todas as semanas publica mentiras a meu respeito, não sei com que objectivo, mas provavelmente porque lhes metemos um processo em cima, mais uma vez por terem publicado mentiras. Não percebo qual é a ideia de induzirem em erro os seus leitores, acho que é uma falta de respeito, não só comigo, mas também para quem compra a revista.

 Alguma vez passou por alguma situação embaraçosa, que tenho sido prontamente captado por fotógrafos?

 Eu sou uma pessoa muito tranquila, e faço tudo aquilo que quero, exactamente igual ao que os meus amigos fazem. Simplesmente a imprensa interessa-se pelos meus assuntos em particular. Tudo o que foi publicado até hoje nunca me deixou embaraçada, porque foi tudo próprio da minha idade.

 Como é que é a sua relação com a sua mãe? Parece haver uma grande cumplicidade entre as duas...

 Temos uma relação muito boa. Além de ser a minha mãe, muitas vezes é como se fosse minha irmã, a minha melhor amiga, a minha confidente e acima de tudo, é sempre a pessoa que está lá quando eu preciso. Temos uma grande cumplicidade as duas, apoia-me sempre em tudo e eu tenho muito orgulho em ter a mãe que tenho, como ela se orgulha de mim e da minha irmã mais nova.

 A sessão fotográfica para a revista “GQ”, que resultou num conjunto de fotografias em que aparece em poses sensuais com a sua mãe, foi mais de encontro a um desejo seu ou da Cinha Jardim?

 A sessão fotográfica não foi propriamente um desejo, foi um trabalho que fizemos em conjunto e que resultou muito bem, exactamente como tínhamos previsto. Aceitámos fazer este trabalho porque, acima de tudo, foi a primeira vez que se fez um trabalho do género em Portugal, com mãe e filha. Para além disso a “GQ” é uma revista de grande qualidade.

  Lá fora já se fizeram vários trabalhos deste género, e acho que Portugal também tem de evoluir a nível de mentalidade e passar a aceitar melhor as opções dos outros em vez de criticá-las”.

 Ficou agradada com o resultado final dessa sessão fotográfica?

 Fiquei muito contente. A produção estava fantástica e as fotografias ficaram muito bonitas e com muito glamour.

 Sente-se confortável à frente das câmaras fotográficas?

 Eu aprendi a crescer neste mundo e a nível de moda já faço catálogos desde pequenina, por isso tanto as câmaras fotográficas como as de filmagem sempre me foram muito familiares, nunca me fizeram confusão.

 Já passou pela televisão (integrou a equipa do programa Éxtase da Sic) e  assinou uma crónica semanal no jornal “Independente”. Qual destas experiências lhe agradou mais?

 A crónica no “Independente” já acabou porque a revista onde a crónica se integrava acabou, mas adorei tanto um experiência como a outra. Foram trabalhos completamente distintos e com uma dedicação e nível de aprendizagem diferentes. Comecei a trabalhar no programa Êxtase com 18 anos e aprendi muita coisa a nível televisivo, desde as coisas mais básicas até às coisas mais complexas, tive várias experiências neste programa. Conheci muita gente, diverti-me muito e deu-me outro tipo de exposição. Comecei a ser reconhecida pelo meu trabalho e não por ser apenas filha de quem sou.

 A crónica no “Independente” também foi uma experiência diferente e enriquecedora que eu gostei muito.

 Neste momento frequenta o curso de Comunicação Social. Quando é que surgiu o gosto pela área do jornalismo?

 Quando era pequenina queria ser economista, mas com o passar do tempo achei que era capaz de ser uma profissão um bocado chata para mim, que não me imagino um dia inteiro fechada num escritório.

 O gosto pelo jornalismo veio porque adoro investigação, comunicação e televisão. O jornalismo que eu quero fazer será de investigação, de televisão ou as duas juntas. Sem desrespeitar o trabalho dos outros não me imagino de todo a trabalhar numa revista “cor-de-rosa”. Eu conheço bem o ramo, mas acho que é um tipo de jornalismo que não encaixa muito bem comigo.

 O que é que gosta de fazer nos tempos livres?

 Eu gosto de fazer muita coisa. Adoro viver e apreciar aquilo que a vida tem para nos dar. Este ano já estive um mês no Brasil, já fui à neve - adoro fazer snowboard - e agora vou um mês para a Austrália. Gosto de jogar ténis, de ler bons livros, ouvir boas músicas, ir ao cinema, ver séries - estou viciada agora no “24 Hours”, já vi todos os episódios de “Friends” do “Sex and the City” - e  sair à noite com os meus amigos... acho que seria mais fácil responder o que é que eu não gosto de fazer.



publicado por jornalpretonobranco às 17:27
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3 comentários:
De Ferrugem a 5 de Setembro de 2006 às 23:35
Hey! Ó man! Tira o texto é mete mas é as fotos dela. A malta quer é ver as pernas da Pimpinha!
Obrigado


De jornalpretonobranco a 6 de Setembro de 2006 às 01:39
A Pimpinha é, simplesmente, uma dádiva de Deus… a todos os níveis! Linda de morrer, simpática, simples, e directa… é ela própria… genuína!!


De Rolo a 28 de Setembro de 2006 às 01:23
Bem, não sei quem do jornal Preto no Branco fez este comentário, mas ainda bem que o jornal está nas mãos de uma saudável pessoa, sem problemas nas vistas...


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