Domingo, 10 de Setembro de 2006
Preto no Branco - Um jornal em crescimento

O Jornal “Preto no Branco” foi criado em meados de Novembro do ano de 2004 por quatro amigos, sendo que a primeira edição foi publicada a oito de Janeiro de 2005.

 Gil Alves, Carlos Santos, Paulo Costa e Filipe Rebelo foram os mentores deste projecto, que tem estado em constante crescimento. Entretanto, uma conjugação de diversos factores levou a que Carlos Santos, Paulo Costa e Filipe Rebelo abandonassem as suas actividades no jornal, entrando depois, em Junho de 2005, Carlos Cacho, que se manteve em actividade no jornal até Outubro do mesmo ano.

 Após o abandono deste último, entrou no mês seguinte Rui Pedro Seixas, antigo colega de trabalho no jornal “Diário as Beiras” do actual director do “Preto no Branco”, Gil Alves, que ocupa este cargo desde Junho de 2005.

Esta publicação mensal, destinada a sócios / assinantes,  inicialmente apenas tinha distribuição  no concelho de Soure. Mais tarde, a partir de Novembro de 2005, passou também a abranger  os concelhos de Montemor-o-Velho, Condeixa-a-Nova e Coimbra.

 A nível de conteúdo, a grande preocupação deste jornal tem-se pautado pela isenção na abordagem de diversos temas. Para além da divulgação de vários problemas sociais existentes na zona, bem como das diversas colectividades, instituições e entidades locais, o “Preto no Branco” inclui também nas suas edições entrevistas a figuras públicas que simpaticamente aceitaram falar connosco, tais como Sofia Alves, José Carlos Malato, Zé Pedro (Xutos & Pontapés), José Pedro Gomes, David Fonseca, Pedro Tochas, Nuno Rafael Mota (Humanos), João Ruas (Yellow W Van),  Catarina Jardim (Pimpinha), Luciana Abreu, Rui Unas ou Rui Reininho.

 Refira-se que este jornal é propriedade do Grupo Musical Gesteirense, estando sedeado na freguesia de Gesteira, no concelho de Soure.



publicado por jornalpretonobranco às 13:44
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4 comentários:
De Amigo a 12 de Setembro de 2006 às 12:45
Continuem assim. Gosto muito do jornal.


De ZE a 30 de Outubro de 2006 às 01:21
Tive um 1º contacto com o v/ jornal e achei interessante que numa aldeia tão especial houvesse iniciativas deste género, pois que paulatinamente ir produzindo um jornal (ainda que com mais de 75% de publicidade) é sinónimo de juventude pujante, que quer mexer com ideais, que quer mudar.
Como mudar deve ser para melhor, deixo aqui algumas dicas que deveriam, quanto a mim, merecer a vossa atenção, dado que as coisas da terra é que devem ser a luz orientadora.
Já repararam que no cemitério da Gesteira, depois deste pequeno dilúvio em que as campas ficaram destruídas a J. de Freguesia teve a bela ideia de lá mandar alguèm colocar areia nova e arranjar os covais, para não ficarem com esse ar de destruição? Só foi pena que gastassem o dinheiro e não tivessem o cuidado de fazer bem o serviço. A areia utilizada em vez de ser uma areia grossa e humida era uma areia branca e fina, seca que ao ser colocada nas campas, caía logo a seguir porque com uma ligeira brisa e como era fina e seca, depressa caía toda para a base das campas, perdendo assim o efeito que se lhe quiz transmitir. Foi pena porque se gastou, mal gasto o dinheiro que é de todos, e que se houvesse um acompanhamento correcto de algum membro da Junta (com olhos na cara) não teria feito semelhante alarvidade.


De jornalpretonobranco a 30 de Outubro de 2006 às 18:46
Amigo Zé
O Preto no Branco não é um jornal da Gesteira. É sim, um jornal regional, que abrange os concelhos de Soure, Coimbra, Condeixa e Montemor. O tratamento editorial dado à Gesteira é igual para com todas as outras freguesias.
Sobre o problema que trouxe a este blog, digo-lhe que desconhecia completamente! Mas como sabe a Junta de Freguesia está aberta à população duas vezes por semana, que serve para resolver os problemas da freguesia! Se quiser manifestar o seu desagrado, e se for assinante do nosso jornal, não teremos quaisquer problemas em publicar uma opinião que queira manifestar por carta ou e-mail.
Relativamente ao 75 % da publicidade, exagerou um bocadinho, talvez pouco menos de 50 %! Mas como não temos apoios de ninguém a não ser dos empresários e assinantes, não há outra solução para a manutenção do jornal.
Um abraço


De zeze a 15 de Abril de 2008 às 01:39
É na livre discussão das ideias que se encontram as virtudes dos homens, se quizerem intervir em sociedade. Nada a opor às participações no blogue.
Já agora uma sugestão. Todos sabem que à entrada desse mesmo cemitério (lado direito quem entra) estão dois receptáculos (caixotes) para colocar todo o lixo. No interior do cemiterio estava ainda há pouco tempo um letreiro com cerca de 60 cms X 20 cms da J.F. solicitando aos utentes que depositassem todo o lixo naqueles caixotes de lixo.
Ora o que se nota é que partiram esse letreiro e deitam sistemàticamente todo o lixo (ou quase todo) borda fora por cima dos muros que cercam aquele local. PORCOS, MAS NÃO TANTO...
O que eu queria dizer é que também os jornais devem estar atentos aos comportamentos menos dignos dos eventuais leitores, e devem servir também para o términus de actos de má educação e não condizentes com os valores morais que todos devemos defender, sob os mais diversos ângulos de intervenção, como sejam as linhas dum jornal interventor. Isto não quere dizer que as entrevistas ao apresentador da TVI ou ao tal escritor Unas sejam interessantes, mas são as opcções de escrita dum jornal que se quer de intervenção, que o devem distinguir pela positiva.
Obrigado.


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